
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Que o próximo seja melhor

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
A vitória da barbárie

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
slow coffe

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Love actually...is all around

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Câmara fosca

Noite Branca
There Is No Better Bonus than Just You

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Troca tintas - parte II

No post anterior referíamos que os Vereadores do PSD tinham alterado a posição relativamente ao financiamento municipal do Hospital da Misericórdia. Se numa primeira fase rejeitaram de todo qualquer financiamento, agora vêm propô-lo.
Dizem uns ilustres anónimos que esta proposta do PSD é divergente daquelas que fazia a SCM da Mealhada, porque o PSD sugera contrapartidas ao financiamento, enquanto a SCM não as oferecia.
Nessa base, Gaius Germanicus seria um troca tintas. Será mesmo assim?
Tive o cuidado de ir aos arquivos e encontrei uma entrevista do Provedor da Santa Casa ao Jornal da Mealhada, de 04/04/2007, onde se pronunciava sobre as propostas feitas à CMM para a viabilização do Hospital. Julgo que a transcrição será elucidativa:
João Peres - "Nós só pretendemos que o controlo do hospital não deixe de ser mealhadense, que não fuja do controlo do município. E acrescento que, caso a Câmara apoie financeiramente o hospital, poderemos conseguir, entre outras regalias, que as consultas de urgência sejam gratuitas para todos os idosos do concelho e que, para os contribuintes do concelho, se implemente um modelo semelhante ao do público, apenas com o pagamento de uma taxa moderadora. Isto porque estamos a falar de um possível subsídio que provém de dinheiros de impostos dos contribuintes do nosso concelho."
Maior clareza não pode haver.
Ave Caesar
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
O tubarão do deserto

Troca-tintas

Agora parece que a maleita se disseminou às secções e afectou os políticos da nossa praça.
Há uns meses, na sequência dum pedido para ajudar à viabilização financeira do Hospital da Misericórdia da Mealhada feito pelo então e também agora reeleito Provedor da Instituição, os Vereadores do PSD fizeram coro com Carlos Cabral. À data, os dois vereadores do PSD manifestaram com veemência que seria inexequível qualquer apoio extraordinário áquela instituição, sob pena de criar desigualdades e assistir-se a um duplo financiamento pelos munícipes - que pagariam não só as consultas mas também seriam onerados, indirectamente através dos seus impostos, pela ajuda camarária.
Entretanto, não se sabe por obra do quê ou de quem, inverteram a posição e, na última reunião de Câmara onde se iria aprovar o Orçamento para 2008, propuseram que a edilidade comparticipasse o Hospital com uma verba mensal de 30.000 € durante 5 anos.
Ao fazê-lo o PSD demonstrou duas fragilidades: a falta de coerência com decisões passadas e a já habitual "entrada fora de tempo", usando-se a gíria do futebol.
Sobre a falta de coerência, a proposta ora apresentada diz tudo. A esta soma-se a tal falta à reunião preparatória do Orçamento, onde a referida proposta devia ter sido apresentada e discutida. Seria aí o momento certo a fim da mesma ser incluída no documento que veio a ser aprovado sem qualquer linha ou rubrica sugerida pelo PSD.
O PSD concelhio, sob pena de descredibilização, não pode ter uma memória curta em relação a um passado nada longínquo. Deve sim batalhar por um programa coerente que possa durante um mandato camarário fazer vencer através duma clara demonstração que as suas propostas são firmes e devidamente sustentadas.
Mas, quem sou eu para dar conselhos!
Ave Caesar
Diz que é uma espécie de civilização

terça-feira, 18 de dezembro de 2007
E nós a vê-los passar...
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Da surdez

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
E depois queixam-se!!!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Instituições

Há jornais que hoje compramos "porque sim", porque nos habituámos a conviver com eles, diária ou semanalmente. Imensas vezes torcemos o nariz quando eles mudam, ou melhor, quando se actualizam mas mantêm a mesma qualidade que fizeram com que se tornassem viciantes.
Hoje não questiono porque compro o Expresso, o Público, o DN e, claro, A Bola. São instituições ou membros da família mais chegados que me fazem falta quando os não tenho. Muitas vezes lamento a sua falta quando, fora de portas, eles não me acompanham. E aí vem-me aquele sentimento muito nacional da saudade.
Um dos membros dessa minha família é há muitos anos o Jornal da Mealhada, um jovem de 22 anos, que se actualizou, mas manteve a sua identidade e dignidade. Rejuvenesceu com um novo Director, mas também nos obrigou a reflectir mais profundamente - parabéns aos quase sempre excelentes editoriais. Há quem lhe chame denso. Eu chamar-lhe-ia intenso.
Parabéns
Ave Caesar
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Ei-lo de volta

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Pelo desenvovimento sustentável

domingo, 9 de dezembro de 2007
Espoliados

Há assuntos que, se sucessivamente ignorados, acabam por cair no esquecimento das memórias ou transformam-se em mitos urbanos.
Numa anterior edição do MM (Mealhada Moderna), em entrevista já aqui citada, JOSÉ RELVAS deu umas pinceladas na nossa memória, recordando a forma, quiçá, pouco transparente como um acervo patrimonial e cultural do Munícipio parece ter-se perdido na poeira dos anos.
A memória dos munícipes, tal como a minha, ainda recorda o espólio da antiga Casa da Cultura. Desconhecerá é o destino que foi dado a todo o mobiliário, fainças, armas, biblioteca. E a Câmara Municipal da Mealhada, fiel depositária dum espólio que lhe foi doado, não devia querer viver sob um anátema de culpabilidade ou cumplicidade no eventual desaparecimento dum património que é de todos.
É público que há uns anos foi elaborado um inventário detalhado do Património Municipal, editado numa obra, julgo que da responsabilidade da Dr.ª Manuela Soares. Desconheço se o espólio se encontra aí catalogado, mas urge desvendar um mistério que, nas bocas do povo, atinge eventuais inocentes, alguns deles até falecidos.
O repto é aqui feito aos políticos que tão amíude nos visitam. Esqueçam por momentos as vossas lutas comezinhas e mostrem que se preocupam sinceramente com o património do concelho.
Ave Caesar
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Eu é que sou o prarasidente da xunta

"O Senhor Presidente da Junta de Freguesia da Vacariça NUNCA teve reunião alguma com o executivo desta junta. Se o fez com o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Luso, então tenho de considerar isso, como sendo a título pessoal."
6 de Dezembro de 2007 15:22
Cinza
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Teorias da promiscuidade
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Vida autárquica

Contactado pelos nossos serviços, Carlos Cabral terá assegurado que quem não chega ao Natal é o Paulo Bento.
O meu candidato favorito

O fadista e o artista

terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Reuters
Afinal há quem o cale.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Os poupadinhos

sábado, 1 de dezembro de 2007
A origem da arte folk
Woody Guthrie (1912-1967)I'm out here a thousand miles from my home,
Walkin' a road other men have gone down.
I'm seein' your world of people and things,
Your paupers and peasants and princes and kings.
Hey, hey Woody Guthrie, I wrote you a song
'Bout a funny ol' world that's a-comin' along.
Seems sick an' it's hungry, it's tired an' it's torn,
It looks like it's a-dyin' an' it's hardly been born.
Hey, Woody Guthrie, but I know that you know
All the things that I'm a-sayin' an' a-many times more.
I'm a-singin' you the song, but I can't sing enough,
'Cause there's not many men that done the things that you've done.
Here's to Cisco an' Sonny an' Leadbelly too,
An' to all the good people that traveled with you.
Here's to the hearts and the hands of the men
That come with the dust and are gone with the wind.
I'm a-leaving' tomorrow, but I could leave today,
Somewhere down the road someday.
The very last thing that I'd want to doIs to say
I've been hittin' some hard travelin' too.
(Bob Dylan, 1962)








