
Era uma vez uma Câmara muito rica, muito rica mas muito probrezinha de espírito.
Nessa Câmara existiam 400 funcionários e no Município em questão para cima de 5000 habitações contribuintes de IMI. Para o ano de 2008 a vereadora dona da bola de cristal previu que ao fim do ano gastaria uns 9 milhões de euros em salários a funcionários e acarredaria uns 2 milhões de euros em impostos sobre o património dos munícipes.
Nesse mesmo ano, não morreu, não se despediu nem foi despedido nenhum funcionário, pelo que no fim do ano as continhas bateram todas certo e a "Maga Filomena" teve uma execução orçamental da despesa de 100%.
Também nesse ano não se construiram nem se demoliram quaisquer habitações, pelo que também aqui a vidente vereadora executou 100% da receita prevista.
No fim de ano, perante tais brilhantes resultados, a Câmara estava efusiva e fez uma grande festa... mas o Povo estava descontente!
Perante tal ingratidão, do alto da sua petulância, o Presidente chamou meia dúzia de súbditos aos quais perguntou:
"Meus servos, não vos compreendo!! Fomos nós brilhantes a executar um orçamento e mesmo assim não estão felizes!! Que se passa?"
Logo um munícipe mais afoito lhe disse:
"Sabe Vossa Alteza, é muito lindo dizer que a Câmara é brilhante na execução dos Orçamentos, quando a única coisa que faz é pagar salários a funcionários e cobrar impostos aos munícipes. O chato é que são os vizinhos que têm museus, teatros acabadinhos de estrear com programação cultural atractiva, mercados municipais novinhos, limpinhos e arejados, zonas desportivas de qualidade e iniciativas quase diárias em conjunto com as escolas e instituições."
"Fazer continhas de somar e subtrair daquilo que é mas que certo até eu as faço na minha mercearia e não sou Presidente de Câmara".
O ilustre Presidente, descoberto que afinal "o rei vai nú", lá foi apressado inaugurar a obra do século... o parque parkour da Mealhada.
Benditos caracóis.
Ave Caesar
18 comentários:
Pergunta ao Vereador Breda Marques porque vota a favor...
Porque não votas contra?
O Breda Marques sabe mais de politica de olhos fechados que o Gaius Ferreirus de olhos bem abertos...
Presunção e água benta, cada um toma a que quer.
Deixa lá Gaius!
Agora quem ganha a câmara é o teu César e os imperadores estão, claro!, destinados a grandes coisas! Agora é que isto vai andar!
(Nem sei se ria se chore! Cuidado não vá o novo imperador pôr Roma a arder em busca de inspiração!)
Prognósticos só no fim do jogo...
Caro Gaius,
A comparação é sempre com a mesma terra Anadia.
Será que ainda não percebeu que não há comparação possível entre a Mealhada e Anadia?
Na Mealhada nem tudo é perfeito, de acordo, mas pelo menos distribui os equipamentos desportivos, culturais, e sociais pelo concelho.
Anadia, têm tudo instalado na sua sede de concelho, o que quanto a mim é uma vergonha, não falando na política do deita abaixo que se pratica em Anadia, porque como sabe, ou pelo menos devia saber, em Anadia nada se recupera ou preserva, tudo se deita no chão e, depois ergue-se de novo, é a terra em que a politica do betão predomina (veja-se o teatro antigo que o deixou cair depois de o comprar à misericórdia ai ainda bastante recuperável).
Há mais, veja só a rua central de Anadia (Júlio Maia, a rua pedonal, que de pedonal nada tem) e veja o risco que se corre com os prédios em ruína absoluta (um deles com mais de 16 anos em ruína depois de um incêndio), em que os comerciantes têm medo da tragédia, que um dia destes pode acontecer, não falando na sanidade pública nesta mesma rua com os ratos por todo o lado devido aos ditos prédios em ruína absoluta.
Quanto ao mercado tem de estar mais atento à satisfação dos anadienses, porque ela é nula, pois o centro desta cidade está morto e, com todas estas mudanças, estes arejamentos, como lhe chama, Anadia cheira, melhor fede.
O dito centro desportivo só pode ser melhor que o da Mealhada no sentido de estar tudo junto, muito juntinho e, como não existe nada em nenhuma terra ou vila do concelho. Um concelho grande como é o de Anadia, então tudo se concentra, tipo tomate enlatado. Actividades culturais? Não sei ao que se refere, a não ser a feira da vinha e do vinho, porque não há mais nada, até porque o teatro de Anadia novinho como diz, mas que custou a nascer devido aos vários erros de construção, e porquê? Porque o Prof. da telescola, é presidente, arquitecto, engenheiro, capataz, e licenciado no quero posso e mando sem olhar a quem!...
Na Mealhada há alguém parecido na vereação, a dama também sabe de tudo e manda em tudo, é a mulher dos sete ofícios, mesmo comparáveis, e aí estamos de acordo.
Temos duas pessoas parecidas em câmaras diferentes, mas isso - eu já tinha descoberto há muito tempo, e quem tem culpa é quem lhe dá trela.
Quanto ao parque da cidade da Mealhada penso que não há nada a criticar, a não ser não ter sido feito há muito mais tempo. Em Anadia o meu caro Gaius tem de descobrir um espaço verde porque eu não conheço, conheço sim muitos sítios em betão, mesmo um sítio bonito como o Monte Crasto, um sitio natural com uma vista magnifica, não tem sido aproveitado como um espaço de lazer, pois tem todas as condições para ser a jóia verde de Anadia, isto claro se Litério não se lembrar de construir mais uma grande superfície, em cima do cemitério, visto que para ele (Litério), os espaços de lazer são as grandes superfícies.
O Breda Marques é motivo de chacota popular; como é possível andar seis anos a malhar nos socialistas e agora votar com eles a favor?
Como sempre #a galinha da vizinha é mais gorda do que a minha". Quando faltam os argumentos ... procura-se atirar areia para os olhos dos outros.
A tua ladainha já não engana ninguém...
Por acaso também me queria referir a Cantanhede. Por acaso recorda-se de cantanhede há 20 anos? Descubra as diferenças de lá para cá e compare os níveis de desenvolvimento.
A oposição foi feita para votar contra. Uma vez contra sempre contra. Nem precisam de falar só têm que votar contra. O Breda fez mal em votar a favor. Se as taxas de execução melhoraram devia votar contra. Se foram de 93% podiam ter sido de 94%
O problema é que não foram 93%,foi menos, só que os parolos dos vereadores do PSD não percebem nada daquilo.
Os parolos dos vereadores do PSD, os parolos do Mealhada Moderna, os parolos do anuário das autarquias.
Tudo um grupo de parolos com a douta excepção de vossa incelência.
O Breda fez mal em votar a favor? E ia votar contra o sr engenheiro seu futuro parceiro de obras?
E as obras de aluminio que ele vai começar a fazer. Parece um cachorrinho nas mãos do cabral. Dá umas informações acerca do pessoal do psd e pronto.
Está nos dois lados... na cova da areia e na malaposta.
Meu amigo ainda há casas nos concelhos de Anadia e de Cantanhede que não têm água canalizada, para não falar de saneamento.
Quanto a actividades culturais o Cine-Teatro Messias dá cartas a qualquer concelho vizinho
Chama-se a isto iludir a atenção.
Se, na rua, aos berros, alguém apontar para um cão vulgar, toda a gente vai focar a sua atenção naquele cão e ninguém dará conta da beldade provocante que calmamente se vai saracoteando no passeio oposto. A beldade segue o seu caminho, calma e provocantemente, mas ninguém vai reparar. Pelo contrário, toda a gente se vai recordar daquele cão vulgar, que será objecto de tão absurdas como animadas conversas, ao longo de várias semanas, ou meses.
O cão, aqui, é a taxa de execução. Não tem importância nenhuma. Depende completamente daquilo que é proposto executar. Não tem mérito algum alguém executar a totalidade do POUCOCHINHO daquilo que se propõe fazer. Mas, por força do tal processo de iludir a atenção, as pessoas, aqui, passaram a só serem capazes de ver o cão, ou seja, a taxa de execução. E acham que ter executado 93% desse POUCOCHINHO, é uma proeza fenomenal! Triste fenómeno!
Pelo contrário, completamente distraídos por força do tal processo de iludir a atenção, não deram conta da beldade, aquilo que de facto mereceria toda a atenção, e que mereceria também todo o falatório subsequente. Essa beldade seriam os grandes projectos, projectos dignos desse nome, projectos que realmente valessem a pena e que deveriam ter sido propostos, mas que, infelizmente, ninguém deu por eles. Na realidade, ninguém deu por eles, porque pura e simplesmente não existiram.
Se esses grandes projectos tivessem existido e tivessem conseguido uma taxa de execução de 93%, então sim, seria uma proeza de se lhe tirar o chapéu!!
Mas propôr-se executar mixeroquices e executá-las, mesmo que na totalidade, que raio de mérito é que isso tem?
Não seria melhor falar verdade, em vez de tentar iludir o povo?
O Egídio é o Egídio.
Poder-se-ia dizer que é como que um cão raivoso, um frustrado, um velhaco, um pulha, um perigosíssimo psicopata.
Mas não.
Dizer, simplesmente, que é o Egídio é mais demonstrativo do ser estranho que ele é.
É difícil encontrar alguém com tal carácter, falta de lisura, primário sectarismo, e total ausência de sentido ético e de cidadania.
Julgar-se-á dono de um palminho de testa, que imaginará ser um resquício de inteligência. Esse tipo muito especial de inteligência explica a sua obsessão para reincidir na asneira. É de facto muito produtivo, mas só produz lixo. Confunde tudo. Não percebe nada. Mistura alhos com bugalhos. É de uma parcialidade confrangedora. Quando investe, cegamente, sem qualquer critério discernível, procura deliberadamente destruir tudo, indiscriminadamente. Quando odeia, nem os seus correlegionários lhe escapam, seja Manuel Alegre, seja a dama da Câmara da Mealhada, como ele próprio lhe chama.
E ainda por cima é mentiroso.
No Blog dele, espumando raiva e rancor, desabrida e mal educadamente, escarrapachou a sua exemplar prosa que todos podemos ler acima (16 de Abril, 16:58), argumentando que o Gaius não se atreveria a publicá-la no Milha de Calígula!
Como vê, Sr. Egídio, o Sr. não tem argumentos. E os usa, são falsos!
Super Pista de Ciclismo em Sangalhos.
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