" Marqueiro rejeita candidatura de Cabral à Câmara",
in Mealhada Moderna, de 16/07/2008
Um dos méritos do jornalismo moderno (segundo algumas perspectivas) é o de transformar uma lingua de gato num elegante e sofisticado tiramisú. Aparte as alegorias culinárias, o Mealhada Moderna teve a capacidade de transformar uma frase no facto político da semana.
Segundo rezam os cronistas, numa reunião socialista ocorrida há uns dias (bastantes por sinal) em Águeda, Rui Marqueiro terá afirmado que não é líquido que tenha que vigorar o "princípio da continuidade" em matéria de candidaturas autárquicas. Numa interpretação extensiva, e que responde à já mais que anunciada recandidatura de Cabral, Marqueiro quer dizer que quem manda na concelhia é ele - e o Jorge Carvalho - portanto, a candidatura de Carlos Cabral não será um dado consumado como o mesmo insiste em fazer crer.
E, caso tenhamos em conta o curriculum de Cabral à frente da Câmara, até somos capazes de concordar com Marqueiro. A Mealhada estagnou e vive da panache das 4 Maravilhas e da estratégia "à Sócrates" de fazer cerimónias públicas da realização do projecto, seguido da colocação da 1ª pedra, seguida da colocação da 1ª viga e por aí adiante.
Mas estranha-se é o estrebuchar recente dentro das hostes PS. Estávamos habituados à mentalidade "PC" do PS, onde nada transpirava para o exterior do Núcleo duro. Provavelmente isto só acontece porque Carlos Cabral faz muita questão em se colocar em bicos dos pés.
Ave Caesar
3 comentários:
Ó Gaius andas a ler o Conta-corrente do teu amigo Breda.
Já tiveste mais originalidade.
E o plagiador era o outro...
Gaius copião.
A falta de originalidade, argumentos para contestar Cabral irrita! Não é?
Claro eu sabia, mas o facto é que vocês não têem candidato para uma Câmara como a da Mealhada nem que venham com o Avé César, porque o vosso César, não César de coisa alguma!
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