
Este ano o prémio Nobel da Literatura coube a esta senhora com cara de avózinha simpática - Doris Lessing.
A escritora britânica de 87 anos já tinha sido agraciada em 2002 com o prémio Príncipe das Astúrias. Na altura, questionada sobre o Nobel, abandonou a entrevista afirmando que era um assunto que interessava a todos menos a ela.
A ficção de Lessing é intensamente autobiográfica, a maior parte dela emergindo das suas próprias vivências em África. A sua escrita desenha memórias de infância e revela uma constante sensibilidade política e social.
Lessing escreveu sobre os choques de culturas, sobre as desigualdades raciais e os conflitos entre a consciência individual e o bem comum.
A não perder, se bem que me fica a mágoa pelo injustiçado Lobo Antunes.
Neste caso, a agraciação se calhar interessa-me a mim, mas a vós pouco interessará.
Ave Caesar
3 comentários:
Esta é a Filomena Pinheiro no futuro.
Favorecida...
Parece que a Sr.ª - a Lessing, não a Filomena - nasceu na Pérsia, actual Irão. Será que a Academia Sueca quis ser ser politicamente correcta com aquele mullah que há dias na ONU afirmava que não há homossexuais no Irão?
Ave Caesar
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