
Se fosse vivo teria feito no passado dia 12, cem anos.
Evocar Miguel Torga é dar um passeio por um pedaço intenso do sec XX português.
É lembrar o homem e a obra e todos os que com ele trilharam o caminho do inconformismo e da revolta mais ou menos contida.
O amor à terra onde sempre se volta, o amor ao espaço próprio que enquadra numa mesma dimensão a aldeia e o mundo.
É imperativa uma visita à Exposição Biobibliográfica do escritor que se encontra no EdificioChiado em Coimbra até ao fim do mês.
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