
Realmente, desta nossa Câmara da Mealhada nunca podemos esperar um acto de arrojo político!!
Da leitura da acta da reunião de 19/04/2007, a propósito da proposta do PSD de implementação do cartão sénior – que eu seja cego surdo e mudo se não é uma proposta totalmente idêntica à da Câmara de S. João da Madeira, liderada pelo nosso tão conhecido Castro de Almeida - http://www.cm-sjm.pt/3912 - constatámos que, no seu fervor legalista, os socialistas decidiram vetar esta proposta invocando uma ilegalidade, deixando também claro que tal matéria exorbitaria as competências da autarquia.
Da leitura da acta da reunião de 19/04/2007, a propósito da proposta do PSD de implementação do cartão sénior – que eu seja cego surdo e mudo se não é uma proposta totalmente idêntica à da Câmara de S. João da Madeira, liderada pelo nosso tão conhecido Castro de Almeida - http://www.cm-sjm.pt/3912 - constatámos que, no seu fervor legalista, os socialistas decidiram vetar esta proposta invocando uma ilegalidade, deixando também claro que tal matéria exorbitaria as competências da autarquia.
A mesma justificação havia sido dada para a não aprovação da parceria solicitada pela Santa Casa da Misericórdia para a futura gestão do Hospital, aqui também com a responsabilidade dos vereadores do PSD.
No passado sábado, foi noticiada a maior transferência de competências de sempre na área da educação. Do Ministério da Educação transitarão para as autarquias 36.000 funcionários não docentes e serão transferidos 400 milhões de euros para sustentar tal transferência.
Ora se até a intolerante Ministra da Educação concorda que as transferências de competências melhoram o ensino, porque não achará esta Câmara que envolver-se noutras áreas – educação, saúde, auxilio social – não trará melhores benefícios aos seus munícipes?
Realmente, em iniciativa, estamos condenados a ser os primeiros dos últimos, tudo porque aos Socialistas custa imenso despir a farda da “legalidade fundamentalista”, dando aos outros a iniciativa de colherem primeiro os benefícios da descentralização.
Quando acordarem poderá ser tarde demais.
Ave Caesar
Ora se até a intolerante Ministra da Educação concorda que as transferências de competências melhoram o ensino, porque não achará esta Câmara que envolver-se noutras áreas – educação, saúde, auxilio social – não trará melhores benefícios aos seus munícipes?
Realmente, em iniciativa, estamos condenados a ser os primeiros dos últimos, tudo porque aos Socialistas custa imenso despir a farda da “legalidade fundamentalista”, dando aos outros a iniciativa de colherem primeiro os benefícios da descentralização.
Quando acordarem poderá ser tarde demais.
Ave Caesar
6 comentários:
estes socialistas querem é o ordenado ao fim do mês e faze o menos possivel.
Mas as propostas de parceria com o hospital segundo o seu companheiro não eram "execuiveis"...
Será uma brecha na unidade podre?
Estamos condenadas a viver num concelho sem brilho!
Quando se acha que as eleições são apenas um verbo de encher e que o dificil é apenas conquistar o aparelho partidário está tudo dito.
Reconheço alguma força nas propostas da oposição, no entanto são pouco conhecidas.
Em dezenas de concelhos o cartão sénior, o cartão jovem, o cartão melhor saúde são usados ajudando muitas pessoas carenciadas.
Preconceitos estupidos não faltam neste concelho.
Meus caros tribunos,
Como foi inicialmente referido como carta de intenções deste blogue, a nossa pretensão é promover a discussão dos temas que aqui propomos, dando total liberdade a quem nos visita e comenta.
Notamos, no entanto, que ultimamente e de forma aparentemente obsessiva, um ou mais anónimos lançam barro à parede sobre a autoria deste espaço. A dúvida é razoável. Não será no entanto razoável referir diversos nomes mais ou menos conhecidos do nosso panorama, sem que os mesmos possam vir aqui exercer a sua defesa porque, possivelmente, nem o conhecem.
Conforme já o referimos aqui é bem-vindo quem vier por bem.
Aos que vieram com dúbias intenções, reservamo-nos no direito de os recambiar para outras paragens.
Ave Caesar
Concordo com a Camila.
Apenas na última frase retirava os preconceitos.
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