
Segundo fontes jornalisticas, 80% dos médicos dos maiores hospitais de Lisboa e Porto declararam-se objectores de consciência contra o aborto legal.
Esta inesperada objecção, na prática, está a levar que estes hospitais rejeitem mulheres que não sejam da área directa de influência daqueles hospitais, obrigando a que as mesmas se vejam confinadas às unidades de Saúde da sua residência.
Esta situação deixa de permitir salvaguardar o anonimato e implica a violação do princípio da livre escolha.
Mais uma vez se conclui que este Governo quis à força levar esta matéria a referendo sem previamente cuidar de verificar se todas as condições para a aprovação da lei e sua regulamentação estavam verificadas.
Entretanto, vamos assistindo ao encerramento das maternidades e ao aumento dos nascimentos nas estradas, muitas vezes com a colaboração única dos voluntariosos bombeiros.
Não há quem salve este pobre país!!
Ave Caesar
Um comentário:
Inesperada, porquê?
Era de prever...
Correcção: desta questão não se pode inferir que a saúde vai de mal a pior. É verdade que a saúde vai, de facto, de mal a pior, mas este não é um problema de saúde - é um problema de costumes.
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