domingo, 6 de maio de 2007

Introduções

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Ave Caesar, morituri te salutant *
Com esta saudação entravam no Circus Maximus os gladiadores... Nem este blog será um local de combate nem eu espero aqui combater seja o que for. Saúdo no entanto a coragem dos meus distintos companheiros em se envolverem em tão problemática empresa...
Aqui tratarei do que me der na real gana defecando para o principio: A César o que é de César e a Deus o que é de Deus...
A este propósito lembro a primeira vez que ouvi esta expressão. Num Carnaval da Mealhada, de um ano qualquer, talvez 1989, 1990 ou 1993 a expressão "A César o que é de César" aparecia num dos carros do grupo do Macacu. Viviamos no tempo em que, no Carnaval, para as senhoras irem menos despidas se gastava menos dinheiro. Viviamos os anos loucos da ofensiva carvalhareirista e o crítico-mor do feudo decidia dar ar de sua graça. Nunca mais me esqueci disso e cada vez que oiço a expressão lembro-me da imagem do carro e lembro-me de ouvir dizer que o presidente da Associação de Carnaval da Bairrada, que na altura parece que não tinha seguro para a chuva, estava pior que estragado... ou não fosse ele o próprio César... Carvalheira
Quem é que me arranja uma foto desse carro alegórico? Ouvi dizer que a ofensiva carvalheirista vem aí outra vez...
*Avé César, os que vão morrer te saúdam!

3 comentários:

Anônimo disse...

Falso,falso,falso!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Tiro de pólvora seca...

Anônimo disse...

Se estamos a assistir ao Renascimento, talvez se trate do César... Borgia.