quinta-feira, 31 de maio de 2007

Cenas dos proximos capítulos...


O meu rádio, aparelho teimoso que teima em ser independente, recusa-se a sintonizar a RCP.
Tentei a net, mas o antivírus dispara.
Por essa razão apenas ontem tive acesso, no Jornal da Mealhada, à entrevista do Dr Rui Marqueiro.
O Dr. Rui Marqueiro, infere-se, considera-se o melhor presidente da Câmara Municipal da Mealhada eleito em democracia.
Claro que para isso muito contribuiu o estado da economia portuguesa à época e a entrada em catadupa de dinheiros vindos da Europa.
O Dr. Rui Marqueiro, parece-me mais que obvio embora o próprio o desminta, pretende voltar a ser eleito Presidente da Câmara.
Tudo o que acima escrevi são conjecturas que rapidamente se podem transformar em factos e o Dr. Rui Marqueiro, valendo-se das técnicas de José Sócrates, utiliza a comunicação social para apalpar o pulso ao eleitorado.
Deu há tempos uma entrevista polémica ao semanário Mealhada Moderna onde não se coibiu de criticar, nem sempre nas entrelinhas, o executivo camarário e a actuação do actual Presidente da Câmara.
Pelos vistos, Carlos Cabral tem mais apoiantes no seio do Partido Socialista do que poderia supor-se e os comentários produzidos nessa entrevista tocaram algumas sensibilidades. Claro que só a oposição é que tenuamente resmungou, mas para esta equação a oposição não tem qualquer importância.
Nesta entrevista à RCP e ao Jornal da Mealhada, Marqueiro aparece mais paternalista, mais imbuído do seu papel de salvador da Pátria, distribuindo palmadinhas por onde antes distribuía bofetadas e deixando nos eleitores deste concelho a confirmação de que nas reuniões de Câmara se passeiam ódios pessoais mais do que se debatem ideias.
Marqueiro apresenta-se assim como alguém que paira por sobre toda esta mexeriquice. Superior ao tédio em que (se) transformou a Assembleia Municipal, reconhece melhorias no PSD ao nível do combate (que também é o seu) mas apressa-se a apontar o dedo à CDU que retrata como apagada (leia-se amiga da maioria), logo não cooperante com a sua estratégia.
Um verdadeiro político entre burocratas e patetas.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

viveiros florestais

"Viveiros florestais: Escritura assinada hoje"

"O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Rui Nobre Gonçalves, desloca-se hoje, 30 de Maio, à cidade da Mealhada para assinar a escritura de transferência dos Viveiros Florestais da propriedade do Estado para a da Câmara Municipal da Mealhada. A assinatura da escritura será feita, em sessão solene, no salão nobre dos paços do município, às 11 horas." - in Jornal da Mealhada online


E eu, que sou um Imperador sonhador, fico à espera que em 2008, os Viveiros Florestais sejam isto:














E não isto:



Ave Caesar

A evolução das espécies 2


"A greve é um direito constitucional"



terça-feira, 29 de maio de 2007

Uma conspiração de estúpidos


Leónidas Brejnev passeava-se de comboio pelo interior da União Soviética com uma comitiva de convidados ocidentais a quem pretendia vender as delícias do comunismo.
A certa altura o comboio parou.
Brejnev exige explicações que obtém de imediato: tinha acabado o carvão!
Com o comboio parado, Brejnev voltou à carruagem onde estavam os convidados, mandou fechar os estores e disse:
-Pronto, já está a andar. Está tudo sob controlo.
Ninguém reclamou!

Em Julho.
Resolvem o problema da baganha já em Julho, não é?
Deste ano?
Obrigado.
Tanto barulho para quê?

Noticias do reino de bué da longe


Na primeira parte da prova de aferição de Português, os erros gramaticais não contam. O que conta é aferir se o aluno percebeu ou não a ideia subjacente.

Prontos!

Estou elucidado!

Danou-se!

A evolução das espécies


Onde antes se lia "Quem se mete com o PS leva", deve hoje ler-se "O comportamento da senhora directora da DREN, poderá configurar um caso de excesso de zelo"

segunda-feira, 28 de maio de 2007

O primado dos filhos da puta


Um serviço público suspendeu antecipadamente e exonerou do cargo um funcionário em comissão de serviço, ainda antes de apurar da existência ou não de matéria de facto.

Tudo devidamente alicerçado no bafo de um bufo (vulgo chibo).

Há que ter cuidado.

Eles andem por aí!