sábado, 9 de fevereiro de 2008

Evolução

Fado de fusão.

Fabuloso!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O manhoso


"Ora, meus senhores, nem toda a gente é susceptível de dispor serenidade, e os menos susceptíveis de todos são francamente os manhosos"
José de Almada Negreiros, citado por José Calhoa(*) no Jornal da Mealhada de 24.10.07
Com dizia uma outra personagem, estava escrito nas estrelas que José Calhoa iria ter o seu "papelinho" nos destinos do PS Mealhada, para, sorrindo-lhe as marés, vir a ser, num futuro não próximo, Presidente da Câmara.
Cabral escolheu-o como delfim, restando a dúvida de saber se o quer como próximo candidato à presidência ou, ao invés, espera que Calhoa o apoie em mais uma candidatura, em troca dum futuro apoio.
O já anunciado candidato à concelhia do PS, RUI MARQUEIRO, mantém uma (só) aparente cordialidade com Carlos Cabral e José Calhoa.
Para já, Marqueiro vai-se fiando no aparente domínio do aparelho partidário e confia numa maioria absoluta no tira teimas para a concelhia.
José Calhoa, à semelhança do autor que cita - e baseado nos ensinamentos de Cabral - vai mostrando serenidade, não comentando, para já, as notícias que o apontam como candidato. Calhoa acredita na sua manha e nos ensinamentos do seu "mestre" para no momento chave desferir o golpe de asa.
No entanto, o seu trilho não será isento de armadilhas, principalmente porque está à frente dum pelouro sensível e, como tal, propício a diatribes por erros próprios ou empurrões alheios.
Ave Caesar

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Aqui... numa TV perto de si.

David e Sherry Palmer, personagens da série televisiva 24

Barack Obama e a mulher em campanha

PODE A REALIDADE IMITAR A FICÇÃO?



A insustentável leveza de ser... Dylan


Confesso-me um apaixonado tardio de Bob Dylan.
As coisas boas da vida apenas são verdadeiramente apreciadas quando ganhamos alguma maturidade. É um gesto insano beber um Krugg - Clos du Mesnil 90 ou um nacionalíssimo Quinta do Noval, num vintage fabuloso de 2000, com 20 anos.
É necessário o tempo, a introspecção e alguma sensibilidade para conhecer, sentir, provar e apreciar com todos os sentidos.
Com Dylan foi assim. Primeiro no magnífico documentário biográfico de Martin Scorcese, "No Direction Home", na banda sonora que cobre toda a sua vasta carreira e, agora, num extraordinário filme.
Dylan é inqualificável. Cantor, autor, poeta, filósofo, ícone de gerações? No filme de Todd Haynes, 7 actores encarnam 7 Dylan`s diferentes. Entre eles o recentemente falecido Heath Ledger e aquela a quem eu desde já diria "An the Oscar goes to... Cate Blanchet".
Imperdível.
Ave Caesar

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Provocações "Entrudotórias"



E porque é Carnaval, se alguem levar a mal, retiro o boneco.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

O delator


Este perigoso ex-comunista e recente convertido à esquerda champagne (BE) descobriu-nos. http://arrastao.org/
O nosso olímpico sossego acabou-se. A partir de hoje seremos, amiúde, visitados por mocinhos e mocinhas de tranças rastafarian envoltos em "keffiehs".
Apenas esperamos não ser confundidos com um campo de milho transgénico.
Ave Caesar
(ÀS MENTES MAIS SENSÍVEIS ADVERTIMOS QUE O NOSSO HUMOR É TÃO NEGRO COMO A CAMISA DO DANIEL OLIVEIRA, MAS É SÓ HUMOR. NADA NOS MOVE CONTRA O HOMEM NEM CONTRA AS IDEIAS QUE PROFESSA. NÓS POR CÁ, COSTUMAMOS DIZER QUE TEMOS A IDEOLOGIA POLÍTICA DUM ARCO-ÍRIS, ABARCAMOS TODOS OS ESPECTROS)
PENITÊNCIA: No "Arrastão" comentámos a referência de Daniel Oliveira à nossa "Milha". Não resistindo, acabámos a tecer considerações sobre as influências maoistas da indumentária do também comentador residente do "Eixo do Mal". O autor , e muito bem, corrigiu-me. É A MAIS PURA VERDADE. DANIEL OLIVEIRA ESTAVA ARRANJADINHO NA EDIÇÃO DA MADRUGADA DE DOMINGO DO EIXO DO MAL.

A traça


Perguntar-me-ão os leitores quais as semelhanças entre este belo espécime da arquitectura urbana portuguesa e o carácter e políticas do nosso 1º Ministro?
Diria eu que as parecenças residem na sua traça incaracterística. À semelhança desta "moradia"(!!) onde o tétrico alumínio das portas colide com o inenarrável mau gosto dos mosaicos, José Sócrates mostra uma fachada de competência, rigor e aprumo, escondendo um passado com telhados de lusalite.
Na verdade, este exemplo urbano do pior que se constroí em Portugal tem mais semelhanças com o 1º Ministro do que podíamos, à primeira vista, imaginar. Segundo o PÚBLICO esta é uma das muitas habitações cujo projecto o "engenheiro" terá assinado aquando da sua curta carreira de projectista de edifícios. Ao que parece, também neste caso não era ele que fazia os exames, leia-se, elaborava os projectos. A Sócrates cabia somente assinar a obra alheia. Eram as chamadas "assinaturas de favor".
Esta nova faceta, até agora desconhecida, obrigará os zelosos colaboradores a fazer mais uma alteração no recheado currículo de Sócrates. E nós, pouco a pouco, vamos conhecendo profundamente a personalidade dum 1º. Ministro que quer ser o estereótipo da seriedade, mas vê, a cada dia que passa, a sua honorabilidade carcomida pela TRAÇA.
AVE CAESAR