quinta-feira, 6 de março de 2008

Para ouvir com atenção.

Até o Bloco conseguiu perder a demagogia em face de tal escândalo.

6 comentários:

Anônimo disse...

Que grande malhuço...

Fazer um processo de avaliação atabalhoado, onde o primeiro objectivo é combater o défice e não melhorar a qualidade do ensino só pode dar maus resultados.
A Manuela Ferreira Leite também veio defender as actuais medidas da ministra o que não é de admirar. Quando ela foi ministra a sua única preocupação foi a contenção de despesas. E assim não vamos lá.

Anônimo disse...

A Ana Drago tem estado muito bem em relação às políticas educativas, sobretudo no que diz respeito aos critérios de Harvard como critérios a serem aplicados em Portugal. Mas esta questão da educação é tecida com tantas linhas, que nem me atrevo a começar a desfiar o novelo.

Anônimo disse...

Ouvi dizer que o candidato da pampilhosa ao PSD anda a comprar a mobilia para o futuro gabinete na Câmara. Parece que não gosta da mobilia do Cabral.
Já foi ao Mestre Maco.

Anônimo disse...

Lá vem outro parvo meter mobília no meio da roda.
Como simples cidadão mais in do que culto, tenho a opinião que a ministra da educação como todo o governo PS em geral estão a reduzir todos os sentimentos a cifrões, actuais eurões. Qual liberdade, qual igualdade, qual fraternidade?!!! Essa conversa para eles já faliu.
Não sou professor mas vou contar-vos uma história verdadeira da minha vida. Na empresa onde trabalhei nunca tiveram nada que me apontar em termos de serviço. Porém o meu chefe não gostava de mim. Suponho que por eu ter opiniões diferentes e ter coragem de as divulgar. Ele próprio teve a coragem de me dizer..."se você tivesse outra forma de pensar"... Percebi bem o que queria dizer, "se eu fosse dócil e de preferência do partido dele"...
Há muitos anos foram instituídas as avaliações com atribuição de prémios de desempenho. No primeiro ano fiquei de fora dos contemplados, sem perceber em que é que outros tinham sido melhores do que eu. Depois percebi que era a forma de me fazer vergar em função dos contos perdidos. No segundo ano chamou-me para me dizer que iria ser contemplado porque queria confiar em mim. Respondi-lhe que ele é que sabia e que estivesse àvontade pois da minha parte continuaria a ser o mesmo. Então atribuiu-me esc.67.500$, que era metade da minha remuneração mensal.
O dinheiro fazia-me jeito mas valores mais altos se levantaram. A minha dignidade seria posta em causa intimamente. Não podia ficar com aquele dinheiro, deixaria de ser EU. Como não o podia recusar só tive como alternativa oferecê-lo a uma instituição de asssistência social.
Foi o melhor que poderia ter feito pois continuei com a minha coluna na vertical...
Para terminar vos digo que nos anos seguintes voltei a ser premiado e aí tive de reconsiderar e ficar com o dinheiro mas sem me curvar. O sistema era esse...Eu não tinha culpa...
Hoje, muitos anos depois, são os professores que passam pela mesma situação. Eu bem os compreendo.
Nunca tive inveja de um colega ganhar o mesmo do que eu e não render tanto. O mais certo é ele fazer mais esforço do que eu. Eu faço por gosto e por isso não me custa. Ele que talvez não tenha tanto gosto como eu, que talvez tenha mais problemas em casa, que talvez tenha mais dificuldades de vida é natural que renda menos. Mas eu continuo a ser mais feliz e recuso que isso dependa do dinheiro como estes (des)governantes nos querem convencer.
P.D. por me alongar....

Anônimo disse...

Completando:
A melhoria da qualidade do serviço trata-se entre pessoas civilizadas e de boa fé logo sem segundas intenções, nomeadamente a de lucrar monetariamente com a sua colaboração.
É esse o meu espírito e é por esse ideal que luto dia a dia.

Anônimo disse...

Ainda me hão-de explicar a quantificação das relações humanas! esta ministra de facto devia estar era no cemitério! os professores são agentes mais importantes que os políticos de ocasião!! apelo à abstenção em todos os actos eleitorais!!! temos de voltar a Abril...