
Na noite em que entrou em vigor a nova lei anti-tabaco, o presidente da ASAE mostrou quem manda. Ficará sempre por esclarecer porque será que alegadamente terá estado no Casino Estoril à borla (o bilhete para ver o Woody Allen parece que custava 500 aereos e o ordenado de simples funcionário do Estado não permite tais extravagâncias). Alegadamente, repito, porque a ASAE tudo vê e tudo controla. Alegadamente!
Momentos depois de termos ouvido a Brigada de Transito a pedir aos automobilistas portugueses para serem contidos no consumo de bebidas alcoolicas, assistimos em directo na televisão paga por todos nós, ao enzarpelanço monumental de quatro das figuras públicas mais mediáticas de 2007. Pior ainda, foi um dos meninos ter assumido perante as camaras a monumental bezana e mesmo assim ter tido o cuidado de pegar no carro. Foi apanhado, mas parece-me que vai fazer tanto trabalho comunitário como o Luisão. Bem, o Luisão sempre faz o frete de jogar no Benfica, o que só por si já é trabalho comunitário: e duro!
Do caso do homicida à solta no Ministério da Saúde, já falou o meu colega tribuno Germanicus. Ora aí está um bom trabalho para a ASAE: exterminar os ratos do Ministério da Saúde.
Um comentário:
Enzarpelanço é uma descrição genial.
Disseram-lhes que era uma espécie de espumante. Só que era mesmo.
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