
O "Jornal da Mealhada" está de parabéns.
Nos últimos meses andava a tentar acertar nos efeitos cromáticos e, confesso que por vezes o resultado não era muito animador, fazendo lembrar qualquer coisa sul americana.
Esta semana diria que acertaram na mouche e gostava que ficassem por aqui, mantendo este layout como marca de referência do jornal.
Discordo de alguns comentadores quando afirmam que houve influência da concorrência directa. De todo. Mas vejo no "JM" um bocadinho do "I".
Ave Caesar
25 comentários:
Nadinha..
Um pouco de I so se for de ignorantes, ingenuos, ou simplemente de Irem a reboque de quem sabe fazer melhor. Um pouco mais de maturidade naquele corpo redactorial e as coisas mudam-ve simplesmente por elas próprias,senão para quê uma mudança gráfica se o I de Infantilidade perdura.
Ao anónimo de 23 de Julho de 2009 14:35:
As coisas no MM tão assim tao mal?!
Está melhor, muito melhor e se houver vontade ficará ainda muito melhor, sem precisar de copiar a “Mealhada Moderna”, pois tem melhores exemplos a seguir, até porque copiar não é mal nenhum, quando se aprende com esse “copianço”…
Embora ache ao contrário de alguns de vós, que o “Jorna da Mealhada”, não se não se inspirou no “Mealhada Moderna, mas sim no diário "I" (um grande diário).
Ainda bem, porque é um diário que progrediu muito bem no mercado dos jornais diários e, pela qualidade de informação que difunde aos cidadãos, além de um formato muito bem conseguido e muito atractivo, sem esquecer o conteúdo que quanto a mim, é um dos melhores diários, com temas muito bem conseguidos e bem precisos para quem gosta de informação de qualidade e sem ser facciosa.
Que assim seja com o “Jornal da Mealhada”, até pela sua história na comunicação social local não só…
Os jornais não precisam de grandes manchetes teóricas para serem um grande órgão de comunicação social, precisam sim é de estar sempre actualizado e prezar pela emancipação informativa, um bom titulo com uma boa imagem faz toda a diferença, sem recorrer ao sensacionalismo.
O pluralismo só nos enriquece.
Já agora um bem-haja para o Jornal da Mealhada.
O "I" é um jornal, não é só uma letra, pah...
Antonio custa-lhe dar razao ao Breda? O JM copia o MM. Alguem duvida? Esta a vista.
Autoelogios?
Custa assim tanto ver as evidências?
Essa da cópia ao "MM" é uma perfeita patetice. Grafismo, disposição e títulos são diametralmente diferentes. Só quem está de má-fé pode dizer tais barbaridades. Mas nós já conhecemos os do costume. Paciência, temos que os aturar.
Ave Caesar
Desculpem lá mas não é verdade que o JM tem mais leitores que o MM?
O próprio MM reconheceu isso numa das ultimas edições.
As cores estão boas, é atractivo mas falta o principal - isenção!. Quando não se noticia os problemas do intermarche, quando na questão do hospital só o lado do provedor tem relevância quer dizer que não consegue ser imparcial nem fugir aos lobys inatalados. Já agora alguem leu a entrevista do Dr Adriano no MM?? Ainda não vi nenhum post sobre esse assunto. Porque será?????????????
Gaius tu é que deves estar de má fé. Quantos exemplos queres?
Barbaridades??
Para quem o lê todos os dias sabe muito bem que o “I “é um jornal e de grande qualidade.
O “Jornal da Mealhada” também é um jornal que eu gosto, só é um semanário.
Alguns dos comentadores do blogue só mostram que são tendenciosos, são adeptos do dos jornais tipo Jornal da SEXTA da tvi de Manuela Moura Guedes, que vive de grandes manchetes tendenciosas, por isso a maior parte das vezes não tem o contraditório, não por medo, mas sim, porque os visados não gostam do espectáculo” jornalístico” da Manuela Moura Guedes.
Acho o jornalismo como um quinto poder, por isso acho que deve exercido com a sobriedade que nos é merecida.
O JM ainda falta alguma coisa, mas vai no bom caminho.
O MM tem muito de sensacionalismo parece estar ao serviço de alguém, e isso é mau até porque para o mercado regional tem de ter alguma temperança se quer sobreviver…
Agora se era para mim o “I” é com o I que me informo, alem de outros como o JN ou o Expresso no fim-de-semana.
Bem hajam
"Já agora alguem leu a entrevista do Dr Adriano no MM?? Ainda não vi nenhum post sobre esse assunto. Porque será?????????????"
24 de Julho de 2009 14:09
Isso interessa para alguma coisa?
Já que é para botar abaixo uma empresa ou uma pessoa em concreto, que esse bota-baixismo seja completo!
Agora, mesmo com este grande furo jornalístico, o mealhada moderna não consegue cativar as pessoas para que se comente e discuta o que, a meu ver, é tão polémico! (vide o blog do jornal).
Resumindo, as pessoas que aqui a andam a criticar são sempre as mesmas e tem por objectivo denegrir pessoas e instituições, ficando na sombra e não tendo o minimo de vergonha.
Compara o JM com o MM é como comparar o olho do cu com a Feira de Março. O MM é profissional e feito por profissionais. O JM é sujeito ao Peres e ao Carvalheira que são proprietários e que por muito esforço que o Canilho faça não consegue desligar da dependência que tem.
É fácil analisar as semelhanças. O Gaius não devia ser tão radical. Se o que copia melhora o JM porque razão não deviam copiar.
Copiar pelo I ou pelo MM qual é a diferença?
Acha que não estão sempre atentos um ao outro?
Não seja ridiculo.
E o sonho lunático do Jorge Carvalho lá foi.
Ele ia ser chefe de Gabinete do Marqueiro.
Ele ia ser vereador do Marqueiro.
Ele ia ser Eurodeputado.
Ele ia ser Deputado.
E ontem lá foi para fora da lista.
Jorge vê lá se seguras o lugar na Junta porque mesmo esse tá tremido.
Ainda vai ser o Carvalheira a desenrrascar-te. Pelo menos mereces depois da ajuda que lhe tens dado.
Caro anónimo das 14:09:
Vou responder á sua questão:
"Já agora alguem leu a entrevista do Dr Adriano no MM?? Ainda não vi nenhum post sobre esse assunto. Porque será?????????????"
Tratar-se-á de uma questão de pura piedade cristã.
É que o Sr. Prof Doutor já se enterrou até às orelhas. Ninguém se atreve a molestá-lo mais.
No seu juízo, coitado, pensará que fulminou o Peres, quando é ele próprio quem cai fulminado, pela vacuidade da sua prosa, que, pretendendo justificar os motivos profundos da sua deserção do Hospital, nada justifica, afinal. Nada disse, em concreto, sobre aquilo que na verdade foi o cerne dos comentários tecidos em relação ao seu desempenho, e que tanto o terão ofendido. No entanto, diminui-se a si próprio, de forma perfeitamente escusada, extravasando os contornos da questão central, quando, ao correr da pena, regurgita alguns insultos gratuitos. Não só em relação ao Peres como em relação a funcionários do Hospital e ainda mesmo (pasme-se! Com que necessidade?) em relação a alguns seus pares e colegas de profissão.
Numa desnecessariamente extensa prosa, desconchavada e deselegante, meteu os pés pelas mãos, nada explicou ou justificou de verdadeiramente relevante. Apenas demonstrou que para si o que realmente conta é o seu ego hipertrofiado, o seu umbigo, a sua imagem. Demonstra assim a ganga verdadeira que jaz nas profundezas da sua alma: uma hipersensibilidade doentia a qualquer crítica ou reparo, o que aliás é clássico e genético nos Profs de Coimbra. Nada de estranhar. As coisas são como são.
É por esta evidência que ninguém se dá ao trabalho de voltar a mexer nesta porcaria, de si já suficientemente mal cheirosa, mas que o Sr. Prof Doutor conseguiu tornar ainda mais pestilenta.
O JM está de parabéns. Soube copiar o MM.
Muito faz o Canilho para ser isento. Muitos se tivessem dependentes do próprio emprego e do da sua mãe já tinham baixado as calças ao Peres e ao Carvalheira. O Canilho é integro e sabe como lidar com essas pessoas.
O MM aparece umas décimas abaixo do JM no ranking de leitura. JM tem mais 20 anos e goza dos tempos em que estava sózinho no mercado. MM impôs-se muito bem e ao final de poucos anos já está taco a taco com JM. Depois do surgimento do MM é que o JM melhorou um pouco mas no que toca a inovação e isenção o MM está a anos luz. Canilho dizer que nem lê o MM é uma tontice que só lhe fica mal. Não deveria haver motivos para que houvesse esta disputa. Canilho se fosse um pouco humilde ganhava mais. Ninguém nasce ensinado e enquanto ele ainda andava de calções já Isabel Moreira era profissional do Jornalismo. Aprender é com quem sabe.
É a história de Gaius Caesar Germanicus, conhecido por Calígula, terceiro imperador romano, reinante entre 37 e 41 AD (não confundir com Aliança Democrática), que ficou conhecido pela sua natureza extravagante e por vezes cruel. Foi assassinado pela guarda pretoriana em 41, aos 29 anos. A sua alcunha Calígula (que significa botinhas em português) foi posta pelos soldados das legiões comandadas pelo pai, que achavam graça vê-lo mascarado de legionário, com pequenas caligae (sandálias militares) nos pés.
Filho mais novo de Germânico e Agripina, bisneto de César Augusto, o "maluquinho" irrompe em cena após a morte de Drusilla, sua irmã e amante, para expressar o seu desejo impossível - a lua, ou a felicidade, ou a vida eterna -, seu novo programa de vida - é preciso ser lógico até ao fim, a todo custo - e a sua descoberta, do que acarretará como sendo a verdade absoluta - os homens morrem e não são felizes. Calígula constata o absurdo e decide levá-lo às últimas consequências, perdendo os limites do poder, da liberdade, da razão, negando todos os laços que o prendem ao género humano. Sendo uma tragédia da inteligência, Calígula traz uma compreensão de que ninguém pode salvar-se sozinho, nem pode ser livre à custa dos outros. O mesmo se passa no concelho da Mealhada, onde um intelectual frustado ainda não aprendeu que seria muito mais interessante para a sua vida se deixasse de compará-la com a dos outros.
É a sua maneira de interpretar a entrevista. Todos os problremas de incopetencia são da area medica. O resto funciona muito bem sem compadrio e isenção com uma competencia para os cargos desempenhados acima da média. Parabens pela sua intrepertação.
Meus senhores, as alterações no JM têm uma mãozinha do grafista.
Agora não comparem com o "I". Este jornal tem uma tiragem na ordem dos 50 mil exemplares/dia.
O MM, como é óbvio devia fazer uma recauchutagem. Pois ainda tem muito para andar.
caro Anónimo das 22.55
Nunca ouviu dizer que pimenta no cú dos outros para nós é....
Quem tem medo de quê?
Quem encobre quem?
Quem protege quem?
Afinal o que é que se passa?
Toda a gente já sabe.
A verdade mais cedo ou mais tarde, virá ao de cimo. Nessa altura se verá quem teve razão.
Se toda a gente já sabe tudo, para quê esperar que a verdade venha ao de cima? Que raio de confusão é essa? Se é tudo tão claro e linear, para quê esperar que aconteça não sei o quê? Explique-se!
E o outro anónimo não deve misturar as coisas. Uma coisa é ética médica (nomeadamente não abandonar os doentes), outra completamente diferente é incompetência administrativa.
Esta não pode nunca justificar aquela.
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