quinta-feira, 23 de abril de 2009

O feijão frade


Ainda há pouco tempo, naquilo que considerei um lamento pessoal plenamente justificado, Miguel Felgueiras aduzia à dificuldade de na política se fazerem amigos.
E se na política é dificil preservarem-se amizades, muito mais fácil se torna depararmo-nos com canalhas e canalhices. Há homens, e com certeza também mulheres, que na sua ascensão ou queda política entendem que todos os meios são justos para se atingirem certos e determinados fins. Para estas criaturas a a raiar a abjecção, não há amizades, fidelidades ou sequer pruridos de usar a insídia ou informação "roubada" a outros pretensos amigos para fazer a chicana.
E por vezes, os objectivos nem são políticos. Pretendem tão somente destruir por destruir.
E a gravidade dos seus actos é tanto maior porque se cobrem pelo anonimato. São seres de dupla personalidade, verdadeiros feijões frade de duas caras que, publicamente tentam mostrar uma imagem de seriedade, responsabilidade e dedicação à causa pública e, na parte negra da sua existência comezinha, tentam causar o prejuízo pessoal, mesmo àqueles que num passado não muito longínquo lhes foram tremendamente úteis.
Felizmente que estes espécimes são cada vez mais ignorados, inclusive pelos seus pares, o que felizmente não lhes augura grande futuro político.
Ave Caesar

2 comentários:

Anônimo disse...

Por falar em anonimato. Gaius porque não assume a sua identidade?
Não acha que é cobardia o que faz?

Anônimo disse...

Já toda a gente sabe que o nome de familia do Gaius é Canilhus.