
Até acordei bem disposto, mas piorei quando o barbeiro que me aparou as pontas do bigode resolveu sintonizar a radiofonia numa estação que debitava música que pensei já não existisse: Toy, Malhoa - que não o pintor - Ágata e afins. O melhorzinho que ouvi ainda terá sido o Marco Paulo, grande estrela do nacional cançonetismo, numa interepretação repleta de amores, amantes, facadas e traições.
Ou seja, um pouco como a política concelhia feita de casamentos, a maior parte deles de conveniência, e divórcios de faca e alguidar.
Tudo isto a propósito das movimentações socialistas em redor da escolha do candidato às autárquicas.
Segundo os nossos semanários, o candidato a candidato Rui Marqueiro terá sido nomeado... pelo Governo... Presidente do Centro de Estudos e Formação Autárquica. Nos corredores há quem diga que esta nomeação seria o rebuçado que Marqueiro receberia para não ir mais longe na sua candidatura, mas sabendo-se que aquele Instituto passará a Fundação, não é crível que Marqueiro por lá continue nessa altura.
As contas continuam baralhadas e provavelmente só depois de dia 28 teremos novidades do Partido Socialista.
Entretanto Cabral já faz "flick flacs", mas sobre isso ainda devemos voltar a falar hoje.
Ave Caesar
5 comentários:
Cabral já faz "flick flacs"?
Mas a criatura sabe fazer algo mais do que tratar do seu próprio umbigo?
divórcios de faca e alguidar?
A quem é que te referes, seu Gaius maroto?
Quastiúnculas partidárias certamente, porque não nos metemos na vida pessoal de ninguém.
Ave Caesar
O CEFA vai ser transformado numa fundação gerida pela Associação Nacional de Municípios.
Se não houver alterações, a Associação Nacional de Municípios continuará a ser dirigida pelo PSD.
Daqui a cinco meses, data previsível para a passagem a fundação, se a situação se mantiver, é provável que o Dr. Marqueiro seja empurrado do CEFA.
Ou o Dr Marqueiro tem dons de adivinho e sabe que nas próximas autárquicas o poder da ANMP vai mudar de mão, ou então continua na corrida à Câmara da Mealhada.
Guardem lá as cornetas e os tambores.
Bigodes e esse tipo de música, até me parecem estar em consonância. Estão ambos “démodé”. Embora o primeiro me pareça mais uma “figura de estilo” daquelas que estudamos na escola. Neste caso a Ironia, que bem analisada, também é adaptável à política.
:)
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