
Sobre os persistentes maus cheiros que "aromatizam" o ambiente da cidade da Mealhada já devemos ter escrito tratados. Entre artigos dos nossos jornais, blogues, entrevistas a autarcas, crónicas de opinião, não haverá ninguém que não se tenha referido ao dito.
No entanto, de mês a mês as reclamações surgem e, no decorrer da última Feira de Artesanato e Gastronomia, aquilo que uns quantos incautos pensavam ser cheiro a negalhos acabados de cozer, era mesmo à trampa que infesta os terrenos contíguos ao Hospital da Misericórdia (!!!).
Na sua habitual candura e complacência, Carlos Cabral lá veio, como é hábito, colocar-se no papel de vítima que empurra os problemas para a Repartição vizinha: "não são da minha competência".
Então, será que não há nada a fazer?
A CMM desenvolve ou colabora em iniciativas de promoção turística - "4 Maravilhas", reconversão das termas do Luso, feira de Artesanato e Gastronomia - e depois queda-se perante este grave problema ambiental que deita por terra qualquer campanha de promoção do concelho?
É sabido que a CMM tem uma óptima situação financeira. Para além disso (versão do Executivo), tem uma capacidade de endividamento extraordinária. Será que não valeria o esforço financeiro partir para a aquisição de todos aqueles terrenos, incluindo a pocilga?
Se não houver inventividade e se se ceder ao comodismo é que o problema jamais será solucionado.
Ave Caesar
Um comentário:
O Titulo é dirigido ao Jornal da Mealhada?
Vende-se? Monte de M......
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