
Há melindres duma certa esquerda sem causas que me provoca perplexidade.
O último episódio ocorreu ontem por causa duma expressão do Presidente da República que, referindo-se ao Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, acrescenta ainda o Dia da Raça.
Uma das caracteristicas genéticas da Esquerda é o branqueamento da História ou a sua patética distorção. Quer queiramos ou não, o Estado Novo também é um período da nossa história. Cinzento, é certo, mas não susceptível de lhe ser passado um mata-borrão.
Obviamente, que o historiador Fernando Rosas também faz da História a interpretação que mais lhe convém. Mas peca muito pela inverdade facilmente contrariável.
O Dia da Raça era no Estado Novo sinónimo da especificidade do povo português face aos demais povos europeus. Especificidade que se traduzia numa universalidade de exaltação da Nação, das colónias mas também do inter-relacionamento com os demais povos.
Querer atribuir qualquer conotação fascizante ao conceito é falsear de má fé a História.
Ave Caesar
2 comentários:
Convenhamos que foi um comentário um pouco infeliz do Presidente.
Raça? de quê? de rafeiros? mal cheirosos? de todas as cores? de inúteis? de acobardados?
Acho que lhe teria ficado melhor, ter~se ficado apenas pelas duas referências iniciais: Dos Portugueses e de Camões.
o senhor paparico porque não muda de país? de nacionalidade?
aqui no país dos mal cheirosos não o queremos, é demasiado perfumado e estrega o ambiente!
quanto ao post:
Caro Gaius os meus parabéns! Concordo plenamente!
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