D’Atelantes tementes
A Deuses ardentes.
Loas e hinos
E cantos pungentes.
Acabados os temores do ontem,
E retomados
Os clamores do sempre,
Eis-nos aqui órfãos do tempo
Cavalgando os sonhos em naves brilhantes
Desperdiçando a vida em gestos errantes.
Minúscula esfera de vida cadente,
Outrora em vagas fluías pujante
Est’hora definhas pequena,
Distante…
Nada se procura que nunca se encontre;
Nem mesmo a morte!
Valeria Messalina in Art & Erra
terça-feira, 22 de abril de 2008
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