
O terrorismo é isto, só isto e não mais que isto.
Colocamos de cócoras a nossa liberdade e o nosso estilo de vida face a um bando de imprestáveis que nada respeitam, nem a própria existência.
Basta ver a diferença entre as reacções de Elisabete Jacinto e de Carlos Sousa para confirmar quem no mundo tem tomates.
O mundo dos Homens deu nisto.
E se um dia os peçonhentos embirrarem com o Natal? Ou com as férias na praia? Ou com a internet? Ou com os bikinis? Ou com a puta que os há-de parir?
Desculpem mas estou possessa!
Hoje foi o Dakar, amanhã será o quê?
6 comentários:
É um bom ponto de vista.
Sempre achei os franceses um povo manso e com pouca testorona.
Ao longo da sua história o Napoleão é talvez o maior símbolo de luta e força e também ele foi traído pelas suas mulheres. Uma desgraça.
E se o problema eram os camelos, a areia e o deserto da Mauritânea, Portugal tinha tudo isto a Sul do Tejo.
Palavra de ministro.
A próxima edição vai ser destinada apenas a carros de combate.
...carros de combate esses que terão a forma de UM DAS CALDAS, que em vez de disparar balas, ejectam esperma.
Terrorismo é o que se vive na Mealhada.
Todos falam muito mas nenhum dá a cara.
Têm medo. O emprego do filho, a licença para a casa nova, a perseguição, os favores.
Isto é outra forma de terrorismo.
O MEDO.
O MEDO.
O medo.
O m e d o.
MEDO. Medo!
MEEEDO!!!
Não sei se esta é uma questão de géneros, de uma luta entre feminino e masculino - contendas que, embora por vezes necessárias, devem ser bem "doseadas" (eu sei, sou uma chata). Estou de acordo com as vozes que dizem que não se deveria ter cancelado o Rali. Só potencia a força dos que a não deviam ter e, como diz bem o anónimo, o medo. (Sobre)vivemos entre os medrosos e os merdosos.
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