
De facto vivemos num País estranho.
Nos últimos meses temos assistido à afã actividade da nova "polícia de costumes" que é a ASAE, que deteve para interrogatório todas as colheres de pau do país.
Por outro lado, assiste-se à mais despudorada indiferença perante os crimes ambientais que são praticados à vista de todos e com a conivência de alguns responsáveis políticos e de serviços estatais.
Depois das vãs promessas de Alcides Branco, assistimos à concessão de novos prazos para que as obras tendentes à resolução dos problemas ambientais se realizem.
Perante estes enganos e desenganos, Alcides Branco vai continuando a poluir a Ribeira da Vacariça, a Junta de Freguesia do Luso mantém um silêncio comprometedor e a CCDRC lava as mãos do assunto.
Que conclusão devemos então tirar?:
- Alcides Branco aumenta os seus proveitos e lucros à custa duma população que vai sofrendo as consequências dum empresário sem consciência ambiental que é um verdadeiro PALHAÇO.
- A Junta de Freguesia do Luso parece que desconhece a gravidade do problema ou então não deixa a sua coutada lusense e jamais se deslocou à Lameira de S. Eufémia. Porque são uns verdadeiros PALHAÇOS.
- A CCDRC porque emite licenças de captação de água sem definir os locais dessa captação e porque permite que haja descargas poluentes na Ribeira, comporta-se como um verdadeiro PALHAÇO.
Nota: Segundo o Jornal de Notícias chamar "palhaço" a alguém pode ser considerado indelicado ou grosseiro. Mas não é crime. Isto mesmo terá sido determinado pelo Tribunal da Relação do Porto, que afirma que apelidar alguém de palhaço significa tão somente que não temos consideração por essa pessoa.
Ora, eu não tenho consideração po Alcides Branco, pela JFL e pela própria CCDRC.
Ave Caesar
5 comentários:
dá-lhe canilho.
Cá para mim, acho Alcides Branco mais ilusionista do que palhaço.
Por cá, além dos palhaços, há também contorcionistas e alguns animais.
tás ressentido...
canilhus dále
Qualquer dia o José Rosas lança uma OPA à Lameira de Santa Eufémia e integra-a na freguesia da Vacariça, perante o olhar ausente e pasmado da Junta de Freguesia de Luso.
Nesse dia imagino um Alcides branco de susto a vir pedir ajuda à JFL e a oferecer mais contrapartidas para o desporto e para os grupos locais que mantém uma engraçada tradição anual de se embebedarem até cair.
Pois. Deve haver muitos seguidores desta tradição, neste concelho. Vê-se, pelo nível da massa cinzenta aqui reinante...
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